sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lista dos Clássicos da Disney

Alterado em 25/04/2017.

Qual são os filmes animados da Disney que devemos chamar clássicos?

Os filmes animados da Disney que devemos chamar clássicos são todos os longa-metragens produzidos pela Walt Disney Animation Studios.

Nessa lista não entram:

  1. Continuações em filmes dos clássicos animados não produzidos pela WDAS (Ex: “O Rei Leão II- O Reino de Simba” (1998)) e longas-metragens solos protagonizados por Mickey e/ou alguns dos seus amigos (Ex: “Patoaventuras- Em Busca da Lâmpada Perdida” (1990) e “Pateta- O Filme” (1995));
  2. Longas-metragens animados em Stop-Motion distribuídos pela Disney (Ex: “O Estranho Mundo de Jack” (1993))
  3. Longas-Metragens da Pixar;
  4. Longas-Metragens de Animação distribuídos pela Disney mas produzidos por estúdios de animação que não tem uma parceria forte com a Disney, ao contrário da Pixar (Ex: “Selvagem” (2006), que foi produzido pela C.O.R.E. Animation, e “Um Conto de Natal” (2009), que foi produzido pela ImageMovers Digital).

Os clássicos da Disney estão divididos por Eras na qual houve eras positivas (Era de Ouro, Era de Prata, Era da Renascença, Era do Retorno), neutras (Era da Guerra, Era de Bronze, Era da Pós-Renascença) e negativas (Era Sombria) (Para saberem mais sobre isso vejam este especial do site independente brasileiro da Disney “O Camundongo”).

Nota: Os únicos clássicos que não vi (e que infelizmente não tenho curiosidade de ver, mesmo sabendo que faz parte da história do estúdio) são “Fantasia” (1940), os clássicos da Era da Guerra, “As Extra-Aventuras de Winnie the Pooh” (1977), “Fantasia 2000” (1999) e “Winnie The Pooh” (2011). Mas todos os outros vi e adorei, independentemente da receção dos fás e/ou dos críticos na altura.

Aqui vamos nós:

Edição de 22/04/2017: Adicionei uma pequena descrição das eras para terem uma ideia sobre elas.

Era de Ouro

A 1º era. Foi nesta era que Walt Disney mostrou o filme que revolucionou a história do cinema e da animação, “Branca de Neve e os Sete Anões”. No entanto, esta era não se podia dizer que foi positiva, na altura, porque “Pinóquio”, “Fantasia” e “Bambi”, foram fracassos de bilheteira por causa da 2º Guerra Mundial. No entanto, “Dumbo”, que foi feito com um baixo orçamento, conseguiu salvar o estúdio da falência.

Clássico nº 1: Branca de Neve e os Sete Anões (1937);
Clássico nº 2: Pinóquio (1940);
Clássico nº 3: Fantasia (1940);
Clássico nº 4: Dumbo (1941);
Clássico nº 5: Bambi (1942);

Era da Guerra

Esta era é a mais polémica de todas porque nessa altura, por causa da 2º Guerra Mundial, a WDAS não podia fazer longas metragens solos, e teve que ir fazer filmes-pacote. Essa era acabou 4 anos após o fim da 2º Guerra Mundial.

Clássico nº 6: Olá Amigos (1943);
Clássico nº 7: A Caixinha de Surpresas (1945);
Clássico nº 8: Música, Maestro! (1946);
Clássico nº 9: Batalha de Gigantes (1947);
Clássico nº 10: Tempo de Melodia (1948);
Clássico nº 11: As Aventuras de Ichabod e o Sr. Sapo (1949);

Era de Prata

Nesta era, o estúdio voltou a fazer longas-metragens solos, além que Walt Disney expandiu o seu negócio para televisão e cinema live-action e criado a Disneyland, em 1955. “O Livro da Selva” marca o fim dessa era por causa da morte de Walt Disney em 1966.

Clássico nº 12: Cinderela (1950);
Clássico nº 13: Alice no País das Maravilhas (1951);
Clássico nº 14: As Aventuras de Peter Pan (1953);
Clássico nº 15: A Dama e o Vagabundo (1955);
Clássico nº 16: A Bela Adormecida (1959);
Clássico nº 17: Os 101 Dálmatas (1961);
Clássico nº 18: A Espada Era a Lei (1963);
Clássico nº 19: O Livro da Selva (1967);

Era de Bronze

Depois da morte de Walt Disney, o estúdio teve que lutar para se conseguir manter no ativo, apesar dos seus filmes nessa era não terem o mesmo impacto que nas eras anteriores. Foi nessa era que, nos finais dos anos 70, que a equipa criada por Walt entregou o seu legado a uma nova geração de artistas que iriam ser importantes na era seguinte. “Taran e o Caldeirão Mágico” é o único da chamada Era Sombria, por ter sido um fracasso nas bilheteiras e nas criticas, mas depois voltaram á Era de Bronze.

Clássico nº 20: Os Aristogatos (1970);
Clássico nº 21: Robin dos Bosques (1973);
Clássico nº 22: As Extra Aventuras de Winnie The Pooh (1977);
Clássico nº 23: As Aventuras de Bernardo e Bianca (1977);
Clássico nº 24: Papuça e Dentuça (1981);
Clássico nº 25: Taran e o Caldeirão Mágico (1985);
Clássico nº 26: O Rato Basílio, O Grande Mestre dos Detectives (1986);
Clássico nº 27: Oliver e seus Companheiros (1988);

Era da Renascença

Foi nesta era que a nova geração de artistas conseguiu demonstrar o que aprenderam com os seus mentores e trouxeram filmes bastante elogiados. “A Bela e o Monstro” foi o 1º filme de animação a ser nomeado ao Óscar de melhor filme. O filme nessa era que marcou o ponto alto do estúdio, na altura, foi “O Rei Leão”. Em 1991, a Walt Disney Company fez um acordo com a Pixar para lhes ajudar a distribuir os seus filmes de animação. Esse acordo iria ser importante para o estúdio nas 2 próximas eras.

Clássico nº 28: A Pequena Sereia (1989);
Clássico nº 29: Bernardo e Bianca na Cangurulándia (1990);
Clássico nº 30: A Bela e o Monstro (1991);
Clássico nº 31: Aladdin (1992);
Clássico nº 32: O Rei Leão (1994);
Clássico nº 33: Pocahontas (1995);
Clássico nº 34: O Corcunda de Notre Dame (1996);
Clássico nº 35: Hércules (1997);
Clássico nº 36: Mulan (1998);
Clássico nº 37: Tarzan (1999);

Era da Pós-Renascença

Depois da Era da Renascença, o estúdio teve que manter o estilo de animação clássico com que era conhecido, numa altura em que outros estúdios de animação se viraram para a animação por computador. No entanto, a WDAS anunciou que depois de “O Paraíso da Barafunda”, o estúdio iria passar para animação por computador, a começar por “Chicken Little” (“Dinossauro” tem cenários live-action, por isso não é 100% CGI). Em 2006, depois da compra da Pixar, Bob Iger nomeou John Lasseter e Edwin Catmull para serem os responsáveis pela direção da WDAS. Os filmes mais bem-sucedidos nessa era foram “Lilo e Stitch” e “Bolt”.

Clássico nº 38: Fantasia 2000 (1999);
Clássico nº 39: Dinossauro (2000);
Clássico nº 40: Pacha e o Imperador (2000);
Clássico nº 41: Atlântida - O Continente Perdido (2001);
Clássico nº 42: Lilo & Stitch (2002);
Clássico nº 43: O Planeta do Tesouro (2002);
Clássico nº 44: Kenai e Koda (2003);
Clássico nº 45: O Paraíso da Barafunda (2004);
Clássico nº 46: Chicken Little (2005);
Clássico nº 47: Os Robinsons (2007);
Clássico nº 48: Bolt (2008);

Era do Retorno (que é onde nós estamos agora)

Com a orientação de John Lasseter e Edwin Catmull, a WDAS voltou a fazer filmes bastante elogiados. Voltaram á animação tradicional com “A Princesa e o Sapo” e “Winnie the Pooh”, este ultimo sendo o ultimo filme do estúdio a ser feito nessa técnica, até agora. No entanto, só se percebeu que estava mesmo numa era positiva, com o megassucesso “Frozen – O Reino do Gelo”.

Clássico nº 49: A Princesa e o Sapo (2009);
Clássico nº 50: Entrelaçados (2010);
Clássico nº 51: Winnie The Pooh (2011);
Clássico nº 52: Força Ralph (2012);
Clássico nº 53: Frozen – O Reino do Gelo (2013);
Clássico nº 54: Big Hero 6 – Os Novos Heróis (2014);
Clássico nº 55: Zootrópolis (2016);
Clássico nº 56: Vaiana (2016);

Até agora foram anunciados 4 próximos filmes da Walt Disney Animation Studios que vão ser “Força Ralph 2” (2018),  "Frozen 2" (2019), “Gigantic” (2020) e mais 1 previsto para 2021.

Uma coisa é certa: um destes filmes (ou outros que ainda não existem) vai marcar o fim da Era do Retorno e vamos entrar numa nova era neutra. Mas eu não me vou importar, porque vou continuar a ver a adorar os clássicos. independentemente do que os críticos e/ou os fás vão dizer sobre eles.

Isto vai estar em constante atualização com os próximos filmes que estrearem. Estejam atentos.

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©Disney.

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